terça-feira, 4 de março de 2014

mulher é sexo frágil?

Mulher é sexo frágil?
Você já deve ter assistido à exibição de filmes e telenovelas, não é mesmo? Recorde como as mulheres eram representadas: submissas, corajosas, ignorantes, inteligentes? Na novela o rei do gado, Luana (Patrícia Pilar) se mostrou uma mulher valente atuando junto ao movimento sem-terra. No filme Lancelot – o primeiro cavaleiro, a rainha Guinevere (Julia Ormond) defendia seu povo com a coragem e a tirania de Malagant, um ex –cavaleiro do rei Artur. Depois dizem que mulher é sexo frágil... Bem, se você não conhece essa lenda, porém poderá ver o filme ou ler o livro sobre o rei Artur e os cavaleiros da Távola redonda. O rei Artur era marido de Guinevere e eles viviam no reino de Camelot.
Há muitos e outros filmes em que o papel social da mulher e também a luta pelo reconhecimento da igualdade dos direitos em relação aos homens são abordados. Essa discussão varia bastante com a época e a cultura de cada sociedade.
Conheça, por exemplo, a história de Camille  Claudel (1864 – 1943). Ela era escultora e seus trabalhos impressionavam pela beleza, sensualidade e ousadia. Esculpia figuras de homens nus, trabalho feito exclusivamente por homens naquela época.
Essa artista genial teve uma vida atormentada por ser uma mulher ousada. Igualou-se a seu mestre Rodin de quem era modelo, amante e rival. Seu talento deslumbrou e desgostou Rodin transformando sua vida numa trágica história. Camille Claudel desejava, além do amor de Rodin, o reconhecimento por seu trabalho, conquista difícil para uma artista naquela época. Obra CLAUDEL, Camille. Pensamento profundo,1989/1905.

A preocupação pelo reconhecimento da igualdade de direitos no trabalho entre homens e mulheres não é recente. No dia 08 de março de 1857, as operárias de uma fábrica fizeram greve por questões salariais e jornada de trabalho. Acuadas pela violência policial, recusaram-se a sair da fábrica. Os patrões e a polícia então trancaram as portas da fábrica e atearam fogo ao edifício, causando morte de todas as operárias.
Por essa ter sido a primeira greve norte-americana conduzida apenas por mulheres, a ONU instituiu dia 08 de março como dia Internacional da Mulher.
“Mulher é sexo frágil, mas que mentira absurda” dizia Erasmo Carlos na letra de uma de suas músicas. A mulher é a única em muitas coisas, não podemos negar. Mas frágil? Em que? Forte? Em quê? E Você já pensou sobre isso?
Esse não foi, porém, um acontecimento isolado. Na Inglaterra e nos Estados Unidos, em meados do século XIX, surgiu o movimento conhecido por “feminista”. Seu principal objetivo era garantir às mulheres o direito de voltar e de cursar o ensino superior.
No Brasil, a briga pelo direito ao voto só terminou em 1932, quando o presidente Getúlio Vargas reconheceu, em decreto lei, o direito de a mulher votar e de eleger –se.
Outras conquistas femininas pela revolução de costumes e emancipação da mulher ocorreram ao longo da história. Alguns fatos merecem destaque são a criação da pílula anticoncepcional e o crescimento da participação da mulher no mercado de trabalho muito ainda, porém, falta a ser conquistado.
Protesto de atores contra censura anos 60.
A preocupação pelo reconhecimento da igualdade de direitos no trabalho entre homens e mulheres não é recente. No dia 08 de março de 1857, as operárias de uma fábrica fizeram greve por questões salariais e jornada de trabalho. Acuadas pela violência policial, recusaram-se a sair da fábrica. Os patrões e a polícia então trancaram as portas da fábrica e atearam fogo ao edifício, causando morte de todas as operárias.
Por essa ter sido a primeira greve norte-americana conduzida apenas por mulheres, a ONU instituiu dia 08 de março como dia Internacional da Mulher.
“Mulher é sexo frágil, mas que mentira absurda” dizia Erasmo Carlos na letra de uma de suas músicas. A mulher é a única em muitas coisas, não podemos negar. Mas frágil? Em que? Forte? Em quê? E Você já pensou sobre isso?
Esse não foi, porém, um acontecimento isolado. Na Inglaterra e nos Estados Unidos, em meados do século XIX, surgiu o movimento conhecido por “feminista”. Seu principal objetivo era garantir às mulheres o direito de voltar e de cursar o ensino superior.
No Brasil, a briga pelo direito ao voto só terminou em 1932, quando o presidente Getúlio Vargas reconheceu, em decreto lei, o direito de a mulher votar e de eleger –se.
Outras conquistas femininas pela revolução de costumes e emancipação da mulher ocorreram ao longo da história. Alguns fatos merecem destaque são a criação da pílula anticoncepcional e o crescimento da participação da mulher no mercado de trabalho muito ainda, porém, falta a ser conquistado.
Protesto de atores contra censura anos 60.
ATIVIDADE1 : Adivinhe o que ela faz?
Entreviste: mulheres de diferentes idades.
Verifique:
- a idade das entrevistadas; (   )
- trabalham; (   )
- se estudam; sim (   ) não (   )
- se desenvolvem outras atividades.
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Forme um grupo com mais 4 colegas.
Apresente oralmente para eles os resultados de sua pesquisa.
Selecione com seus colegas uma das atividades exercidas pelas entrevistadas.
Crie gestos corporais relacionados à profissão (mímica).
Ensaie com seu grupo.
Apresente oralmente os resultados da pesquisa feita por seu grupo e apresente a mímica que representa a profissão selecionada por vocês.
Confronte os movimento com a profissão escolhida. Exponha oralmente as opiniões de seu grupo.
ATIVIDADE 2: Fotografia.
Para enriquecer a atividade e contemplar estudos realizados até o momento, os alunos serão levados a aplicar os elementos da linguagem plástica em suas produções artísticas. Peça a eles que estabeleçam relações entre pessoas e situações. Converse com eles sobre artistas que utilizam a imagem fotográfica em suas obras as discussões e questionamentos que se referem ao valor artístico da fotografia.

Atividade adaptada: livro link da arte de Roseli Ventrella e Jacqueline Arruda.

Menina Afegã – Steve McCurry